A Pay2BR cobra seus inadimplentes com IA, ligações e visita presencial, e negativa ou protesta quando não há acordo. Sem mensalidade: você paga comissão sobre o que for recuperado.
Um checklist, das bases legais ao relatório de impacto, para empresas que tratam dados de pagamento.
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Perguntas frequentes
Ainda com dúvidas?
O que mais nos perguntam sobre cadastro, custos e segurança.
Quanto tempo leva para a aprovação do cadastro?
Pode levar até 72 horas. Após se cadastrar, alguém da nossa equipe entrará em contato para concluir a verificação dos seus dados e liberar o acesso.
Quanto custa usar a Pay2BR?
Não há adesão nem mensalidade. A Pay2BR cobra uma comissão sobre o valor recuperado.
É seguro usar a Pay2BR?
Sim. Os dados ficam criptografados, o acesso à conta é aprovado pelo seu dispositivo e cada ação na plataforma fica registrada.
Quem pode usar a Pay2BR?
Pessoas físicas (desde que maiores de 18 anos) ou empresas. Basta baixar o app, apresentar seus documentos e enviar seus dados para confirmar sua identidade.
Cobrar é necessário, mas a forma de cobrar decide se o cliente volta a comprar ou some de vez. Uma boa régua de cobrança recupera o valor em aberto e preserva o relacionamento. Isso depende mais de processo do que de insistência.
O que é uma régua de cobrança
É a sequência planejada de contatos antes e depois do vencimento: um lembrete alguns dias antes, um aviso no dia, e mensagens progressivas depois do atraso. Cada etapa tem um objetivo, um canal e um tom definidos com antecedência, em vez de cobranças improvisadas quando o caixa aperta.
Boas práticas que funcionam
Lembre antes de cobrar. Boa parte dos atrasos é esquecimento. Um aviso amigável antes do vencimento resolve muitos casos sem nenhum atrito.
Facilite o pagamento. Cada mensagem deve levar o cliente direto ao pagamento, com Pix ou boleto já gerado. Quanto menos passos, maior a conversão.
Personalize. Nome, valor, vencimento e o que foi comprado. Mensagem genérica parece spam e é ignorada.
Escale o tom aos poucos. Comece cordial e só endureça depois de várias tentativas sem resposta.
Ofereça saída. Negociação e parcelamento recuperam mais do que a pressão pura.
Quando negativar
A negativação é o último degrau, não o primeiro. Ela é eficaz porque restringe o crédito do devedor, mas deve vir depois de tentativas reais de contato e sempre com a notificação prévia exigida por lei. Consultar o crédito do cliente antes de vender a prazo também reduz a inadimplência na origem.
Como a Pay2BR ajuda
Com a Pay2BR, a régua de cobrança e a negociação rodam sozinhas, o devedor paga o acordo por Pix ou boleto e, quando necessário, o caso segue para negativação no Serasa ou protesto, tudo acompanhado pelo painel.
Quando a cobrança amigável não resolve, o credor tem duas ferramentas extrajudiciais para pressionar o pagamento: a negativação em um birô de crédito, como o Serasa, e o protesto em cartório. As duas restringem o crédito do devedor, mas funcionam de jeitos diferentes.
Negativação
A dívida é registrada no cadastro de inadimplentes, e o CPF ou CNPJ passa a aparecer com restrição nas consultas de crédito. Antes da inclusão, o devedor precisa ser notificado por escrito, como exige o Código de Defesa do Consumidor. O registro pode ficar ativo por até cinco anos.
Protesto
O título ou documento da dívida é apresentado a um cartório de protesto, que intima o devedor a pagar. Se ele não paga no prazo, o protesto é lavrado e passa a constar nos órgãos de proteção ao crédito. O protesto também serve de prova formal da inadimplência e interrompe a prescrição da dívida. Em muitos estados, o credor não paga nada para protestar: os emolumentos ficam por conta do devedor quando ele quita.
Qual usar
Negativação costuma funcionar bem em dívidas menores e com devedores que dependem de crédito no dia a dia.
Protesto pesa mais em dívidas maiores e entre empresas, porque formaliza a cobrança e aparece para bancos e fornecedores.
Nos dois casos, tente o acordo antes. Medidas restritivas funcionam melhor como último passo do que como primeiro contato.
Depois do pagamento
Quitada a dívida, o credor tem cinco dias úteis para pedir a exclusão da negativação. No protesto, o devedor cancela no cartório com a carta de anuência do credor.
Como a Pay2BR ajuda
A Pay2BR negocia primeiro e, quando não há acordo, negativa no Serasa ou envia a protesto, conforme as regras que você definiu. Quando o devedor paga, a baixa é feita e você acompanha tudo no painel.
Empresas que lidam com pagamentos tratam alguns dos dados mais sensíveis que existem: documentos, contas, histórico de transações. A Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) exige que esse tratamento tenha finalidade clara, base legal e proteção adequada.
Checklist essencial
Mapeie os dados. Saiba quais dados pessoais você coleta, onde ficam guardados, quem acessa e por quanto tempo são mantidos.
Defina a base legal. Cada tratamento precisa de uma justificativa prevista na lei, como execução de contrato ou cumprimento de obrigação legal.
Colete só o necessário. Dado que não é coletado não vaza.
Controle o acesso. Cada pessoa da equipe deve ver apenas o que precisa para o seu trabalho.
Proteja com criptografia. Em trânsito e em repouso, especialmente documentos e dados bancários.
Registre tudo. Trilhas de auditoria mostram quem acessou ou alterou o quê, e quando.
Tenha um plano de incidentes. Saiba quem avisar e o que fazer se algo der errado.
DPO e relatório de impacto
O encarregado de dados (DPO) é o canal entre a empresa, os titulares e a ANPD. Para tratamentos de maior risco, o relatório de impacto à proteção de dados (DPIA) documenta os riscos e as medidas adotadas, e costuma ser um dos primeiros documentos pedidos em auditorias.
Fornecedores também contam
A responsabilidade também se estende aos fornecedores que tratam dados em seu nome. Na Pay2BR, os dados sensíveis ficam criptografados, o acesso é protegido por aprovação no dispositivo, as permissões são definidas por pessoa e toda operação fica registrada em trilha de auditoria.