LGPD no setor financeiro: como proteger os dados sensíveis da sua empresa
Equipe Pay2BR
Empresas que lidam com pagamentos tratam alguns dos dados mais sensíveis que existem: documentos, contas, histórico de transações. A Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) exige que esse tratamento tenha finalidade clara, base legal e proteção adequada.
Checklist essencial
- Mapeie os dados. Saiba quais dados pessoais você coleta, onde ficam guardados, quem acessa e por quanto tempo são mantidos.
- Defina a base legal. Cada tratamento precisa de uma justificativa prevista na lei, como execução de contrato ou cumprimento de obrigação legal.
- Colete só o necessário. Dado que não é coletado não vaza.
- Controle o acesso. Cada pessoa da equipe deve ver apenas o que precisa para o seu trabalho.
- Proteja com criptografia. Em trânsito e em repouso, especialmente documentos e dados bancários.
- Registre tudo. Trilhas de auditoria mostram quem acessou ou alterou o quê, e quando.
- Tenha um plano de incidentes. Saiba quem avisar e o que fazer se algo der errado.
DPO e relatório de impacto
O encarregado de dados (DPO) é o canal entre a empresa, os titulares e a ANPD. Para tratamentos de maior risco, o relatório de impacto à proteção de dados (DPIA) documenta os riscos e as medidas adotadas, e costuma ser um dos primeiros documentos pedidos em auditorias.
Fornecedores também contam
A responsabilidade também se estende aos fornecedores que tratam dados em seu nome. Na Pay2BR, os dados sensíveis ficam criptografados, o acesso é protegido por aprovação no dispositivo, as permissões são definidas por pessoa e toda operação fica registrada em trilha de auditoria.
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